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Cristiano Meneghetti Pedroso, Advogado
Cristiano Meneghetti Pedroso
Comentário · há 10 meses
Excelente texto que relata a realidade da advocacia, sem a glamourização que muitos pintam. É duro ser advogado. Vejo muitos colegas que se submetem a valores irrisórios e advogam quase sempre com a famigerada cláusula “ad êxitum”, o que pra mim é uma afronta. Não se valorizam e fazem pouco do tempo despendido em cada causa, do tempo que tem que estudar para confeccionar uma peça técnica, que forme o convencimento do magistrado. Quase nunca faço essas diligências de sites de correspondentes, pois o valor que os escritórios querem pagar são ridículos, mas infelizmente há advogados que se submetem. É necessário que parte da classe entenda que tem que se valorizar e valorizar o seu trabalho, os anos de formação. Com relação aos servidores, creio que todos passamos por isso, sermos “pedintes”, dependendo da boa vontade dos magistrados e servidores, quando estes lá estão. Se buscamos o confronto, ficamos “queimados” na Vara, aí pode esperar sentado, que o processo se arrastará por mais tempo ainda, como se já fosse pouco o tempo natural “da razoável duração do processo”. Necessário mudar essa cultura, mas creio que isso será somente a longo prazo, com uma mudança nas bases educacionais. Também devemos fazer uma mea culpa, pois a classe ae sujeira a humilhações de servidores, juízes e etc, sem questionar, por medo de represálias. Não é diferente com relação aos honorários. Já ouvi colegas dizerem que têm “vergonha” de cobrar um valor maior, mais justo! Isso é inacreditável.
Rodrigo Xavier, Advogado
Rodrigo Xavier
Comentário · ano passado
Segundo o Art. 943. do Código Civil "O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmitem-se com a herança." Nesse caso todos os passivos em nome de de cujos irão fazer parte do inventário e serão abatidas dos ativos antes da transmissão definitiva aos herdeiros. Art. 1.997. "A herança responde pelo pagamento das dívidas do falecido; mas, feita a partilha, só respondem os herdeiros, cada qual em proporção da parte que na herança lhe coube." Ou seja, somente os bens e valores transferidos a título de herança devem ser utilizados para o pagamento de dívidas contraídas antes do falecimento do autor. Os bens pessoais dos herdeiros não sofrem qualquer constrição, somente os correspondentes ao seu quinhão. Art. 1.792. "O herdeiro não responde por encargos superiores às forças da herança; incumbe-lhe, porém, a prova do excesso, salvo se houver inventário que a escuse, demostrando o valor dos bens herdados." A pensão por morte não é considerada como herança, portanto, não pode sofrer descontos decorrentes de empréstimos consignados. "Além disso, os herdeiros somente respondem pelas dívidas do falecido nos limites da proporção da herança que lhes couber (art. 1.997 do Código Civil). No caso, não há qualquer justificativa legal para a responsabilização do patrimônio da autora pelos débitos do de cujus (pecúlio por morte e pensão)." http://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2016/fevereiro/pensao-por-morteepeculio-nao-respondem-por-divida-deixada-por-falecido
Dejanira Bazzo
Dejanira Bazzo
Comentário · há 2 anos
Concordo contigo Ana Paula, esta difícil encontrar respeito as leis e normas em qualquer esfera, seja judicial, empresarial, pública ou privada. Respeito ao ser humano então, esse está totalmente fora da realidade do mundo atual. Não se sabe mais que atitude tomar até em uma simples reunião de pessoas, porque se vê tanto desrespeito ao não concordar com a opinião alheia, que parece que todo mundo deveria pensar igual. Deus me livre eu ter uma opinião diferente ou um pensamento diferente. Lá vem um caminhão de grosserias e estupidez achando que por pensar diferente eu estou menosprezando suas ideias, e então esquentadinhos se ofendem. Eu também não sou advogada, mas tenho tanta sede de justiça, que acho que errei na minha profissão. Já trabalhei em setor público e privado, em ambos acho que a dificuldade é a mesma. -(Respeito). Tenho uma paixão enorme pela área do direito, e respeito muito essa profissão, até mesmo quando este é meu acusador. Pois o mesmo estará exercendo seu papel e vai fazer melhor que puder. Então fico imaginando como deve ser a vida desses profissionais o dia inteiro no meio do fogo cruzado em suas idas e vindas nessa luta. O cara tem que ter muito jogo de cintura emocional e coragem de enfrentar o desconhecido. Acho que por isso não quis ser um deles. Eu não suporto injustiças e acho que não conseguiria me calar. Eu geralmente sou calma e educada, mas não pisem no meu calo.ENTÃO, PARABÉNS A ESTES PROFISSIONAIS DE CORAGEM que buscam a defesa de seus clientes tentado dar a eles todas as alternativas de uma defesa justa e enfrentam qualquer realidade por mais absurda que seja esta.
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